
Sesc Casa Verde
Cidade: São Paulo/SP
Ano: 2025
Categoria: Corporativo
Serviço: Design estratégico com levantamento completo do programa de necessidades da Sede atual do Sesc Belenzinho para futura sede no Sesc Casa Verde

O Desafio Estratégico
O Sesc São Paulo planeja consolidar sua nova sede no bairro da Casa Verde. O desafio foi transpor a inteligência operacional e diversidade de programas de uma unidade de grande escala — como o Sesc Belenzinho — para a realidade socioespacial específica da Zona Norte.
Não se tratava de replicar metragens, mas de compreender fluxos, multiprogramação e padrões de ocupação do Belenzinho para adaptá-los estrategicamente ao novo contexto demográfico e cultural.

Levantamento foi realizado na sede administrativa do Sesc Belenzinho

Estudo foi feito para futura sede do Sesc Casa Verde
Etapa 1.1 – Análise de Situação Atual
Investigação sistemática dos fluxos e ocupação do Sesc Belenzinho através de metodologias quantitativas e qualitativas.

Questionários com gerências e equipes sobre os espaços de trabalho .
Nessa etapa também foi feita a matriz de proximidade, para mapear e hierarquizar as relações funcionais entre setores do edifício. Com base no organograma, entrevistas com gestores e análise de fluxos, indicou quais ambientes demandam proximidade, quais podem operar independentemente e quais requerem separação. O recursos foi fundamental para decisões de setorização e circulação, reduz conflitos de uso e garantiu eficiência operacional.

Procedimentos:
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Levantamento e validação de layouts existentes;
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Avaliação quantitativa: setorização funcional e organização institucional;
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Avaliação qualitativa: questionários com colaboradores;
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Observação de uso: análise de fluxos, circulação, densidade ocupacional;
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Síntese analítica: consolidação de dados técnicos e percepções operacionais;
Diagnósticos Principais:
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Efeito "Praça": Foyer aberto como núcleo de permanência contemplativa (74% dos usuários);
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Conflito "Seco vs. Molhado": Gargalo de circulação entre vestiários e áreas de exposição;
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Multiuso Subutilizado: Salas de oficinas específicas com períodos ociosos; espaços flexíveis operando acima da capacidade
Estruturação do Programa de Necessidades através de análise comparativa demográfica e operacional.
Estratégias:
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Análise do organograma e estrutura organizacional
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Workshops com gerências e superintendências
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Estudos de proximidade, densidade e tipologias espaciais
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Identificação de demandas latentes
Etapa 2.1 – Análise da Situação Futura
Nessa etapa também foi feita a matriz de proximidade, para mapear e hierarquizar as relações funcionais entre setores do edifício. Com base no organograma, entrevistas com gestores e análise de fluxos, indicou quais ambientes demandam proximidade, quais podem operar independentemente e quais requerem separação. O recursos foi fundamental para decisões de setorização e circulação, reduz conflitos de uso e garantiu eficiência operacional.
Estruturação do Programa de Necessidades através de análise comparativa demográfica e operacional.
Estratégias:
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Análise do organograma e estrutura organizacional
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Workshops com gerências e superintendências
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Estudos de proximidade, densidade e tipologias espaciais
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Identificação de demandas latentes
Análise Comparativa: Belenzinho × Casa Verde


Matriz de Proximidade traduz relações funcionais em decisões espaciais.
Etapa 2.2 – Consolidação do Conceito

Transformação das diretrizes em lógica clara de distribuição espacial estruturada em cinco pilares funcionais:
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Receber: Espaços institucionais de acolhimento e orientação
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Processos: Áreas administrativas e operacionais
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Interação: Salas de reunião, meeting boxes, espaços colaborativos
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Aprender & Fazer: Ambientes de troca, criação e desenvolvimento
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Apoio: Copas, áreas técnicas, suporte à rotina
Instrumento Central: Matriz de Proximidade
Mapeamento e hierarquização de relações funcionais entre setores, traduzindo necessidades abstratas em relações espaciais objetivas. Embasou decisões de setorização, circulação e adjacências, reduzindo conflitos de uso e garantindo eficiência operacional.
Deliverable: Manual de Padronização com diretrizes, critérios de uso e parâmetros de ocupação dos espaços.
Etapa 3 – Programa de Necessidades Estratégico
Masterplan estruturado em quatro macrozonas integradas:
ZONA 1: Térreo Conectivo — "A Rua" do Sesc Foyer aberto conectando calçada ao interior do lote. Central de Atendimento, Loja Sesc, Espaço de Brincar, Comedoria/Café com fachada ativa.
ZONA 2: Corpo e Movimento — Fluxos Isolados Zoneamento vertical para área molhada, resolvendo conflito identificado. Ginásio poliesportivo, salas de ginástica multifuncionais, parque aquático. Vestiários como barreiras de transição física.
ZONA 3: Cultura e Expressão — Flexibilidade Máxima Espaços modulares com função variável. Teatro multiuso com palco italiano configurável, salas de tecnologia e artes com divisórias acústicas retráteis.
ZONA 4: Cuidado e Gestão — Logística Segregada Infraestrutura pesada totalmente segregada do público. Clínicas odontológicas em zona silenciosa, administração central, docas de carga/descarga, cozinhas industriais com eixos de serviço verticais.
Resultados Entregues
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Mitigação de Riscos Financeiros: Programa calibrado para demanda local, evitando superfaturamento de áreas com baixa ociosidade
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Eficiência Arquitetônica: Briefing que solucionou erros de fluxos cruzados em nível de organograma
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Identidade Local: Escala física adequada ao terreno com potência cultural calibrada para a comunidade
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Ferramenta de Gestão: Manual de Padronização garantindo coerência em futuras intervenções